Elo publica pesquisa sobre o impacto do coronavírus nas compras com cartão

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Na semana passada, as operadoras de cartões Elo divulgaram estudo realizado nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo para estudar o impacto do coronavírus nas compras com cartão de crédito e débito. A pesquisa cobre 10 indústrias de consumo de 13 a 25 de março de 2020. Veja o resultado do teste.

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Débito de compra para baixo

Os resultados da pesquisa mostraram que a compra de cartões de débito caiu 45% no período. Os setores mais afetados são bares e restaurantes, turismo, estacionamento e vestuário. A redução dos gastos nesses setores pode estar relacionada ao início do isolamento nesses estados.

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Print do estudo Elo das compras no cartão de débito.
RESULTADO DAS COMPRAS COM CARTÃO DE DÉBITO

Além disso, o estudo constatou que, em geral, o Brasil geralmente segue essa tendência de compra. Dentro desta faixa de análise, o setor com a menor queda é o setor de demanda básica. Por exemplo, em comparação com janeiro de 2020 a fevereiro de 2020, as vendas em supermercados representaram -3% das vendas, enquanto as vendas em farmácias representaram -9% .

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Compras com cartão de crédito

Da mesma forma, as compras com cartão de crédito também caíram acentuadamente devido ao coronavírus. De acordo com a pesquisa de Elo, as indústrias mais vulneráveis ​​nesse período são roupas, turismo e vagas de estacionamento, respondendo por -86%. Além disso, no comportamento geral do Brasil, as mesmas tendências podem ser observadas nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

Print do estudo Elo das compras com cartões de crédito
COMPRAS COM CARTÕES DE CRÉDITO

E-commerce

A maior surpresa deste estudo são as vendas online, pois as pessoas esperam ficar isoladas da sociedade e o número de compras na Internet (e portanto através de compras com cartão) vai aumentar. No entanto, durante o período de 13 a 25 de março de 2020, o gasto total com comércio eletrônico de todas as indústrias caiu 35%.

Dos dez subsetores analisados ​​na pesquisa, apenas dois tiveram bom desempenho. São bares e restaurantes, cujas vendas online aumentaram 85%, enquanto as vendas pela Internet nos supermercados aumentaram apenas 17%. Vale ressaltar também que essas compras em farmácias caíram 5%.

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