Metaverso: a realidade virtual mais próxima do que nunca

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O que parecia muito distante de nós está mais do que real agora: o mundo virtual e a realidade finalmente se fundiram, e criaram o tão estudado e esperado Metaverso.

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Fonte: Google Imagens

A invenção não poderia ter surgido de uma empresa mais óbvia! O Facebook lançou o “Meta”, e reformulou tudo o que conhecíamos sobre o universo utópico virtual, e como ele poderia ser integrado ao nosso mundo.

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E se você, assim como a gente, está tentando entender melhor do que se trata o metaverso, e como ele afeta os investimentos hoje em dia, então vem acompanhar um texto completo com tudo o que você precisa saber sobre o assunto.

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O que é o Metaverso?

Falando de forma bem simples, o Metaverso é uma espécie de camada da realidade, que permite integrar o nosso mundo real com um mundo virtual.

Desse modo, ele funciona como um ambiente virtual de um jogo, que é elaborado com várias tecnologias, incluindo hologramas, realidade aumentada e realidade virtual.

Aliás, um ótimo exemplo para visualizar melhor como o Metaverso funciona, é pensando no filme Matrix.

Pois nele, os personagens realmente vivem em uma realidade virtual que uma inteligência virtual criou. No fim, ele está assassinando os corpos humanos a poderem produzir a sua própria energia.

O Metaverso é praticamente isso, mas pode ficar tranquilo que a parte “assassina” da coisa não está inclusa.

A ideia é que as pessoas possam interagir, estudar, trabalhar, sair, se divertir e fazer amigos através dos seus próprios avatares customizados em 3D. Portanto, é o mesmo que jogar The Sims.

Quando surgiu o Metaverso?

Ao contrário do que muitos pensam, esse é um termo bem antigo, e quem o criou foi um escritor chamado Neal Stephenson, dentro de seu livro “Snow Crash”, na década de 90.

Lá, o personagem principal possui duas vidas completamente diferentes, uma no mundo real, e outra no mundo virtual.

Ao longo da história da tecnologia no mundo, vários projetos tentaram reproduzir o metaverso, e torná-lo uma realidade para nós, deixando de ser apenas uma realidade utópica retratada em livros.

O jogo Second Life é um grande exemplo dessa tentativa. Seu lançamento foi em 2003, por uma empresa americana chamada Liden Lab.

Ele simula um game 3D dentro de um ambiente virtual, onde os usuários criam os seus avatares, e podem ter uma vida normal ali.

Além de Second Life, outros grandes jogos de hoje também tiveram as suas bases nessa, como Fortnite, Roblox e Minecraft.

No entanto, é essencial entender que a real proposta é bem mais profunda do que ser um simples jogo online.

O Metaverso deve servir como uma vida real para cada pessoa, onde, dentro do ambiente virtual, ela poderá estudar, criar relacionamentos, ter seus momentos de lazer e fazer dinheiro.

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Foi em outubro de 2021 que o Facebook anunciou a mudança do nome da organização para Meta (mantendo o nome das redes sociais que já conhecemos, como Facebook e WhatsApp).

Segundo Mark Zuckerberg, presidente da empresa, essa mudança se deu por conta do novo posicionamento que o grupo adotou, de construir tecnologias que visam conectar as pessoas, sendo o Metaverso a próxima fronteira que a empresa irá ultrapassar.

Aparentemente, ele já está em desenvolvimento. Por isso, logo deverão apresentá-lo para todo o mundo.

Metaverso e criptomoedas: qual é a relação?

Para os investidores de plantão, vários assuntos sobre a relação entre o Metaverso que está sendo desenvolvido e as criptomoedas, estão cada vez mais frequentes.

Bom! Há uma relação muito óbvia entre eles: a economia virtual do Metaverso vai necessitar de blockchains e suas tecnologias, como criptomoedas e NFTs. Pois será através delas que os usuários poderão trabalhar, comprar seus imóveis, comprar novas roupas para o avatar, ir em eventos e tudo mais.

O que se especula é que a blockchain será a base de todo o sistema econômico do Metaverso, o que já está acontecendo sob os nossos olhos mas, muitas vezes, de forma despercebida.

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Já existem algumas economias do metaverso que são construídas através de blockchain. Por exemplo: hoje, alguns shows de bandas e cantores são feitos em ambientes digitais, e essas figuras públicas recebem por isso, como é o caso de Ariana Grande.

Outro exemplo bem legal são os cassinos que funcionam dentro de ambientes de metaverso, pois neles, os usuários podem apostar com criptomoedas.

E como fazer para investir?

Se você é um investidor, provavelmente vê um futuro muito promissor para essa tecnologia, que ainda está na sua fase inicial, e deve decolar daqui uns anos. Mas saiba que existem algumas formas de investir desde já!

Uma das principais é através de criptomoedas que estão associadas ao Metaverso. Alguns exemplos são a Sandbox (SAND), a Enjin Coin (ENJ), a Decentreland (MANA), Gala (GALA), Axie Infinity (AXS) e a MyNeighborAlice (ALICE) .

É possível comprar criptomoedas através de exchanges. Além disso, para quem quer um tipo de investimento um pouquinho menos arriscado, tem como investir no Metaverso através de fundos de investimentos também.

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Atualmente, já existem algumas opções de fundos totalmente voltados para a nova realidade virtual, sendo uma delas da Vítreo, que lançou o Vítreo Metaverso.

Por fim, você ainda pode investir na tecnologia a partir de terrenos virtuais. Isso mesmo! Adquirindo terras virtuais dentro do metaverso.

Acredite ou não, já tivemos um caso em que um terreno de pouco mais de 560 m² foi vendido dentro de um game do metaverso, por exatos 2,4 milhões de dólares em criptomoedas.

Tudo isso parece muito doido, não é mesmo? Mas, ao que tudo indica, estamos cada vez mais próximos de ter a chance de construir uma segunda vida dentro de um espaço totalmente virtual. Será que você já está preparado para a experiência?

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