6 Principais indicadores de investimentos

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Se você quer ser um investidor de sucesso, o primeiro passo é conhecer os principais indicadores de investimentos, e saber analisá-los corretamente!

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Fonte: Google Imagens

Os indicadores de investimentos são índices muito importantes e determinantes para quem investe, independente do tipo de investimento que você escolher.

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Através deles, você consegue prever e acompanhar o que está acontecendo, tendo tempo suficiente para reorientar a rota, caso seja necessário.

Portanto, eles devem passar a ser os seus melhores amigos e companheiros, te ajudando a analisar os melhores produtos, e acompanhar o seu desempenho de forma mais segura e certeira.

Então, pensando nessa necessidade, preparamos esse texto que fala um pouco mais sobre os principais indicadores de investimentos que todos os investidores, sem exceção, devem conhecer e acompanhar.

Enfim, continue a leitura para conferir todos os detalhes, e já aproveita para tirar alguma dúvida sobre o assunto que surgir.

Principais indicadores de investimentos para acompanhar

Taxa Referencial

A Taxa Referencial, mais conhecida pela sigla TR, é um indicador calculado pelo Banco Central, e que funciona relacionado diretamente com a remuneração da poupança, alguns investimentos imobiliários e ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

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A TR é uma taxa resultante de um cálculo feito com a Taxa Básica Financeira (TBF), que é o resultado da média ponderada de todas as taxas de juros que são pagas dentro do mercado secundário, pelas LTNs.

Dessa forma, para gerar o caçula da Taxa Referencial, o governo vai aplicar um redutor em cima da TBF.

Como patamares gerais do resultado dessa taxa, é muito comum que o seu resultado seja 0, ou algum número próximo de 0. Mas ela não pode ser negativa!

Taxa Selic

Esse indicador, muito provavelmente, você já viu e já ouviu falar! Estamos falando da queridinha e da protagonista do mercado financeiro brasileiro: a taxa de juros Selic!

A Selic é a Taxa do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia, e também é o próprio Banco Central do Brasil.

Falando de uma maneira bem simples e geral, a Selic representa a taxa média dos empréstimos diários, que são feitos entre instituições de cunho financeiro através dos títulos públicos.

A apuração destes ocorre dentro do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia. Por isso recebeu esse nome.

Dessa forma, a Selic se tornou uma das taxas de juros, e um dos indicadores mais importantes para os investidores dentro do país.

Isso porque, quando os preços no país sobem, por exemplo, aumentando o índice da inflação, o governo vai movimentar a Selic de forma a suprir esse aumento dos preços, e regular o mercado.

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Quando os preços caem demais, a taxa Selic também regula o controle do governo, que sofre reajuste de forma a estimular a economia novamente.

Portanto, a Selic é a taxa base de juros para a economia, sendo possível prever, através dela, o que tende a acontecer com o mercado de investimentos como um todo.

Desse modo, se a Selic está alta, podemos esperar um aumento nos investimentos e queda dos investimentos produtivos.

No cenário contrário, de baixa da Selic, os investimentos produtivos se tornam mais atraentes e, consequentemente, os investimentos financeiros tendem a diminuir.

Índices de Inflação

O Brasil possui alguns índices de inflação, e todos eles são igualmente importantes para os investimentos.

O IPCA, ou Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, cujo cálculo pelo IBGE, trabalha analisando a variação dos preços de produtos e de serviços que são ofertados para o consumidor final. Através dele, traça-se todas as rotas de metas de inflação.

O Índice Geral de Preços (IGP), calculado pela Fundação Getúlio Vargas, está direcionado à medição da inflação em matérias-primas agrícolas, nas indústrias e nos serviços prestados.

Esse indicador é composto por um total de 3 índices: o IPA, IPC e o INCC, de forma a abranger toda a população.

Além disso, temos o IPC-Fipe, que é medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em São Paulo, em período quadrissemanal.

O índice considera a variação dos preços relacionados a produtos e serviços que são consumidos pelas famílias, considerando o quanto cada família gasta em média, e os itens que possuem maior relevância.

Taxa DI

Aqui está outra taxa muito comum no mercado financeiro brasileiro: a DI.

A taxa DI é a taxa de Depósito Interbancário, que a B3 calcula utilizando-se a média ponderada dos juros que são utilizados nas operações de empréstimos, em um período de 1 dia.

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E que são feitas por instituições financeiras, mais conhecidas como operações de Depósito Interbancários (DI).

É comum que a taxa DI esteja bem próxima da taxa Selic. Afinal, como explicamos, a taxa Selic é a taxa básica de juros de toda a economia brasileira.

Ibovespa

Para quem quer atuar com ativos na Bolsa de Valores, o indicador da Ibovespa, calculado pela B3, é um dos mais importantes e mais utilizados diariamente.

Ele mede o desempenho médio das cotações de todos os ativos que mais foram negociados, e mais representativos do mercado de ações.

Assim, o cálculo é feito em cima de uma carteira teórica de ativos, seguindo o que é determinado pela própria metodologia da Bolsa de Valores.

Índice de Mercado ANBIMA (IMA)

Por fim, mas não menos importante, é essencial que os investidores conheçam o Índice de Mercado ANBIMA.

Esse indicador, na verdade, é um conjunto de índices com foco em renda fixa. Para o cálculo, toma-se como base a cadeira de títulos públicos federais que estão disponíveis no mercado.

Esses índices que compõem o Índice de Mercado ANBIMA, são fundamentais para acompanhar o rendimento dos investimentos. Além disso, também servem como referência de fundos.

O IMA tem o seu índice geral, que é o IMA-G. E também é composto por outros subíndices importantes, como o IRF-M prefixados), o IMA-B (IPCA), IMA-C (IGP-M) e o IMA-S (Selic).

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